A chuva que cai lá fora, apavora A morena sozinha canta, e se levanta! Mas a dor que vai e vem em desalento, já faz tempo Eu me arrebento Não sai mais do coração Ela precisa entoar, o canto que vem de dentro Mesmo sentindo o cheiro que traz o vento O cheiro da multidão A força da tempestade Rima lá com a saudade Que veio foi pra ficar E não adianta nada Perder a sua mocidade Chorando no vão altar Vai sambar!!
A tristeza de Vinícius Não é um dos meus princípios Embora eu deteste sofrer Digo logo ao coração Que se afogue de perdão E se lembre como é bom viver Viver é quando o riso se encontra com o paraíso E esse lhe estende a mão O fraco esquece a mágoa Cai na farra e deixa a prece Rezando na procissão