segunda-feira, 17 de outubro de 2011
Mundo Inventado
quarta-feira, 12 de outubro de 2011
Das loucuras daqui e Dali
"(...)
Há esta altura eu já estava quase que no estágio 3 da minha embriaguez. Lembrando que meu pai nunca me viu trôpega e que meu grau máximo é o 11.9 numa escala de 0 a 10... Enfim... Dali pra frente Salvador virou fichinha e dei um viva ao lobo da estepe.
Que venha a próxima loucura!!"
sábado, 1 de outubro de 2011
Rouquidão
Minha falta de voz grita.
Grita latente essa não voz.
E sigo na rouquidão infinita.
Nessa busca incessante e atroz.
quarta-feira, 28 de setembro de 2011
Apesar da falta

"Não existe ex amor, cheguei à essa conclusão.
Se é amor, não acaba."
Leia mais em Oficina Compartilhada.
quarta-feira, 21 de setembro de 2011
Anáguas, rendas e penduricalhos

"Podia morar ali dentro da fantasia
e a vida nunca teria que ter outro sentido
a não ser inventar."
Leia mais em Oficina Compartilhada.
sábado, 17 de setembro de 2011
Superexposição ou Emoção?

A onda vai
O vento vem
E o que mais queremos
Ninguém tem
Satisfação
É...
Quem vê Facebook
Não vê coração
Para a seleção da Oficina Compartilhada
quarta-feira, 7 de setembro de 2011
Little did he know

Não que fossem feministas, mas acreditavam que a mulher ainda ocupava um espaço muito minúsculo na sociedade moderna. Algum avanço foi feito desde as filosofadas de Simone de Beauvoir, mas nada que as tirassem da condição de gênero inferior. “Woman is the nigger of the world.”, já entoavam Lennon & Yoko.
Diversos relatos de amigas e conhecidas as insuflavam a ter sentimentos não muito nobres. O mundo era injusto, sim, mas muito mais para com elas. Costumavam aconselhar que não se importassem: a pior decepção amorosa seria.... A próxima! Falavam isso às gargalhadas, mas sabiam bem que era verdade.
E por mais que eles tentem entender, nunca conseguirão alcançar o que sente uma mulher traída, rejeitada ou mal amada. Podem buscar ajuda em terapias, teorias e filosofias... Não entenderão.
Nada é capaz de traduzir o sentimento único e entremeado que a mulher, muitas vezes ingênua, outras sonhadora, passa a carregar dentro do peito pisado e machucado por homens inábeis. Depois de uma, duas ou dez, ela entende o mundo que a maltrata e decide ser feliz. Parece até concordar com eles. Mas eles mal sabem que por si só já estão errados.
Não precisam nem abrir a boca.


